PCC poderia estar pagando advogados de Adélio, investiga polícia

EXCLUSIVO | Uma fonte da polícia de São Paulo, que exigiu sigilo absoluto, afirmou que uma das linhas de investigações sob a real identidade dos ‘empresários’ que estão pagando os honorários dos caríssimos advogados que defendem Adélio Bispo de Oliveira, criminoso confesso que tentou assassinar em Juiz de Fora Jair Messias Bolsonaro (PSL), candidato que lidera as intenções de votos para a presidência da República, a investigação aponta que esses ‘empresários’ ou ‘pastores’ como chegaram a ser investigados (a igreja mineira citada anteriormente pelos advogados, negaram que estejam pagando essa defesa), na realidade seriam traficantes do PCC, organização criminosa paulista. A investigação está em fase avançada mas em completo sigilo.

Agentes da Polícia Federal descobriram que existe um ‘acerto’ entre membros do crime organizado para tentar impedir que Bolsonaro vença as eleições, e caso seja vencedor, não tome posse (Informação exclusiva). Cientes dessa ameaça, o serviço reservado do Exército Brasileiro fará parte da escolta de Bolsonaro (que é capitão da reserva) no restante do pleito até a possível posse.

O deputado Onyx Lorenzoni e o advogado Adão Paiani protocolaram na Polícia Federal uma queixa-crime contra os advogados que defendem Adélio Bispo de Oliveira, que tentou assassinar Jair Bolsonaro, para que eles revelassem a verdadeira identidade ou identidades, de quem financia essa defesa.

Na semana passada, eles tentaram em vão que o Conselho Federal da OAB obrigasse os advogados a entregar o nome de quem está pagando a defesa de Adélio. Agora, pedem a instauração de inquérito sobre o caso.

Por outro lado, os advogados (são 4 no total) liderados por Zanone Manuel de Oliveira Junior, protocolaram na Polícia Federal solicitação de proteção policial, pois estariam sendo ameaçados de morte.

Laura Vilhena | Rede GNI


 

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