EDITORIAL: Ser genuíno e autêntico assusta os ‘normais’ pela felicidade ‘anormal’

Tem gente que acredita que existem pessoas ‘anormais‘ no meio da sociedade em que vivemos, são pessoas rotuladas de ‘anormais’ do ponto de vista da loucura, mas o que devemos entender logo de saída é que o que os ‘normais‘ chamam de loucura, eu descrevo apenas como coragem de ser autêntico e feliz.


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Ser extremamente risonho, alegre, feliz, ter a capacidade de ver ‘graça e piada’ em tudo que o cerca, ter coragem de tomar decisões, coragem de acreditar no futuro, coragem para ser feliz, coragem de investir naquilo que lhe proporciona felicidade, coragem de encarar desafios, coragem de vencer obstáculos e dizer ao mundo: Eu quero mais é ser feliz, para muitos, esses são os ‘anormais’ para os ‘normais’. Para muitos essas são características da loucura, eu diria que são características da felicidade.

Mas eu te digo claramente: Se buscar a felicidade é ser ‘anormal’, então, eu sou da família dos loucos.

Quem nunca teve um amigo ‘louco’, não sabe a extensão da palavra felicidade. A loucura faz bem para a alma que é sana.

Eu me recuso a viver na mesmice, passividade e na monótona vida que os inseguros e ‘normais’ vivem… Se necessário for para ser feliz, eu vou ser mais louco dos ‘loucos’… Se isso é ser ‘anormal’, bem-vindo ao universo esquizofrênico da loucura destemida, que desemboca num rio chamado Alegria.

A opinião alheia não me define, os julgamentos alheios não determinam as minhas escolhas e os olhares de reprovação, para mim, não passam de estrabismo social e intelectual. Deformidades sociais.

Quem determina o meu futuro é Deus e quem escolhe o chão onde piso, sou eu, e as minhas decisões e escolhas competem somente a mim, tanto as decisões como os resultados delas, as consequências quem vai arcar com todas elas não são os outros, apenas eu, então vou parafrasear e repetir o que o poeta disse certa vez:

‘Vão falar que você usa drogas e diz coisas sem sentido
Se eu for ligar para o que é que vão falar, não faço nada

Viva a vida com a loucura da felicidade e experimente ser livre.

Léo Vilhena | Jornalista


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