Carlos ‘Pitbull’ Bolsonaro não estava ali a ‘passeio’

Muita merda foi dita (me desculpem a ‘licença poética da expressão), muita merda foi dita sobre a presença de Carlos ‘Pitbull’ Bolsonaro próximo ao Presidente da República, o meu, nosso e de todos, o Excelentíssimo Senhor Jair Messias Bolsonaro (PSL), seu pai, durante o desfile presidencial.

Mas o que a esquerda nojenta não soube explicar e compreender (pois anencéfalos não sabem pensar) é que ele não estava no carro à ‘passeio’:

– Ele estava usando colete a prova de balas;
– Estava sério e atento a tudo ao seu redor;
– Estava posicionado exatamente atrás do pai (única posição em que o pai ficaria exposto);
– Terminado o desfile no carro aberto ele sumiu (saída estratégica).

Carlos ‘Pitbull’ Bolsonaro estava estrategicamente posicionado num ângulo onde na ‘iminente possibilidade de um atentado contra o Presidente, seu pai, ele poderia ser um obstáculo na linha de tiro’. Carlos ‘Pitbull’ Bolsonaro usaria seu o corpo e levaria um tiro no lugar do pai, se necessário fosse.

O ‘pitbull‘ (alguém notou um sorriso em Carlos Bolsonaro? Ele estava atento a tudo e a todos), o protetor do Presidente estava lá como um voluntário da pátria, não foi sem motivo que ele foi citado pelo Presidente em seu discurso, foi citado no discurso da primeira Dama e citado pelo General Mourão na roda de amigos, pós-cerimônia.

Desatento é aquele que não se deu conta disso. E anencéfalos não conseguem entender o que é amor ao pai e a pátria.

PARABÉNS MEU AMIGO, PITBULL.

Léo Vilhena | Jornalista


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