Questão de gênero não é homofobia

Ultimamente temos vivido dias tristes, em que um conflito de ideias tem se sustentado em divergências de opiniões, de pontos de vista, apresentados, defendidos e mantidos por filósofos de séculos passados. Ideias e ideais que vêm se levantando para eliminar de maneira muito sórdida, baixa, a humanidade como a conhecemos, no passado e no presente momento.
Estou me referindo à questão de gênero, tida por muitos (não me incluo nessa lista) como uma evolução do pensamento e comportamento humanos. Reza essa forma de pensar que meninos e meninas não nascem, mas se fazem. Ora, ora, ora… vai ser preciso redefinir a questão cromossômica, ensinada exaustivamente desde sua descoberta, que a combinação sexual gera menino ou menina. Não é uma questão de “e ou”. Como diria Cecilia Meirelles, é isso ou aquilo.
Quem afronta essa nova máxima é tido como retrógrado, involucionista, radical. Não acredito que isso seja mesmo evolução. Na teoria criacionista ou de acordo com o darwinismo, o que evolui é pela perpetuação, pela melhoria da espécie. Seja animal, seja vegetal, o que evolui é o mais forte, que sobrevive às intempéries e a todo tipo de pressão. Quero ver como procria o adepto da questão de gênero. Que, por sinal, não se contenta em tentar descobrir com qual sexo nasceu ou a qual deles pertence. Não, isso não basta. Navegando do feminino para o masculino, e vice-versa, pode também se autodenominar uma árvore ou um animal. Sem comentários. Eu me recuso a me estender sobre essa questão.
Ainda sobre esse assunto, sob um outro prisma, enquanto produzo este texto, ouço que o ministro da Educação (!!!!) mandou eliminar dos registros os termos chulos proferidos em sessão no Congresso. Expor feito arte, pode. Agora, manifestação contrária a isso tudo, manda eliminar do registro. O que foi efetivamente dito.

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