Pastor trans é a aberração século 21

É a minha opinião e eu não mudo e nem retrocedo um milímetro: cristãos transgêneros não esta na bíblia e muito menos pastor, então biblicamente, eu não posso aceitar algo que está fora da palavra de Deus. Então por que eu posso opinar sobre esse assunto? O que me autoriza a opinar sobre esse assunto?

Quatro razões elementares:

1 – Pois é uma notícia pública;

2 – Por que envolve uma pastora (que é o meu ofício);

3 – Por que eu sou pastor (e envolveu a minha classe pastoral);

4 – E por que a Constituição Brasileira me permite ter opinião sobre qualquer assunto (não se trata de homofobia, mas de analisar uma situação – ter opinião – biblicamente). Isso se chama Liberdade de Expressão.

Liberdade de expressão é apanágio da natureza racional do indivíduo e é o direito de qualquer um manifestar, livremente, opiniões, ideias e pensamentos pessoais sem medo de retaliação ou censura por parte do governo ou de outros membros da sociedade. É um conceito fundamental nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral.

A liberdade de expressão é um direito humano, protegido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, e pelas constituições de vários países democráticos.

Segundo o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Tudo isso eu te expliquei para dizer o quão estarrecido estou com essa notícia que foi capa da Globo.Com: Cristãos transgêneros lutam para conciliar fé e mudança de gênero no ‘evangelho inclusivo’. Essa matéria é um absurdo e ofensiva as Leis de Deus. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/cristaos-transgeneros-lutam-para-conciliar-fe-e-mudanca-de-genero-no-evangelho-inclusivo.ghtml

Eu tenho que amar e respeitar a todos, inclusive os transgêneros – e respeito com toda a minha alma – mas não concordo e não aceito as suas opções, muito menos ser pastora (Ridícula). Tenho irmão que é gay, e eu o amo, mas não concordo à luz da bíblia com a sua escolha e opção de vida. Ponto.

Não há um único versículo na bíblia que apoie essa postura. Por isso, eu também não apoio. Olha que absurdo:

Alexya Salvador tem 38 anos, é professora da rede pública de ensino de São Paulo, casada, mãe de duas crianças – um menino e uma menina. Também é pastora auxiliar da Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) de São Paulo. É uma mulher trans, e sua filha é uma menina trans (Foto de capa).

Vê-la de joelhos com a família diante de um pastor recebendo oração ao fim de um culto pode causar desconforto ou até ira de evangélicos e católicos tradicionais, que não reconhecem a formação de uma família com essa configuração.

Mas foi exatamente em um lar católico tradicional que Alexya cresceu e construiu a base de sua fé, em área rural de Mairiporã, na Grande São Paulo. Só quando já estava no seminário estudando para ser padre que se deparou pela primeira vez com o termo “travesti”.

“Eu cresci ouvindo que pessoas LGBT estavam condenadas ao fogo eterno, por não atenderem àquilo que a Bíblia até então diz. E eu cresci nesse conflito de fé que me levou por três vezes a tentar o suicídio. Para mim, era melhor parar por ali mesmo do que enfrentar, de repente, um dia, aquele Deus tão tenebroso que a igreja me apresentou a vida inteira”, lembra.

  • Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, liberdade, igualdade, segurança e a propriedade, nos termos seguintes:
    • IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
    • VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
    • IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.
  • Art. 220 A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
    • § 2º – É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

NÃO ESTOU CENSURANDO A PRÁTICA TRANSGÊNERA, SOMENTE EXERCENDO O MEU DIREITO DE OPINIÃO AMPARADO PELA CONSTITUIÇÃO – ELES (PASTORES) NÃO TEM AMPARO BÍBLICO E NADA AUTORIZA ESSA PRÁTICA ANTI-BÍBLICA.

Léo Vilhena
Caiofabiando_na_Graça
Doutor em Teologia e Psicólogo Cristão
Jornalista, Editor e Comentarista Político da REDE GNI