O big bang: darwinista ou criacionista? Sobre o nascimento de Deus

Pesquisadores, cientistas, físicos, astrônomos e astrólogos, uma miríade de intelectuais, desde os primórdios dos tempos, procuram respostas a questões que até hoje passeiam pelo imaginário humano.
Vasculhando resquícios, vestígios, pistas, desenhos, até mesmo utilizando o Carbono 14, foi possível a muitos determinar a idade aproximada do ser humano, bípede, andante sobre sua própria coluna vertebral, no planeta Terra. Olhando e sondando retrospectivamente, a inteligência humana chega a um ponto crucial. E antes dali? O que foi? O que havia? Como tudo se mantinha? Ou o que era o nada antes desse tudo que conhecemos?
A coerência humana nem sempre chega a um ponto, um denominador comum. E a diversidade de opiniões e certezas, sondagens, averiguações permite que haja uma viagem sem início. Um ponto que não se deixa revelar faz com que muitos digam que antes disso era o nada. E o nada criou o tudo? Como assim?
Utilizarei um exemplo básico, fácil de compreender até pelo mais ignaro habitante deste planeta, desde o início do tudo. Ou antes mesmo de o nada se tornar tudo.
Embora legisladores contestem, juristas discordem e advogados provem com base em constituições, um pai nasce quando seu rebento emite o primeiro choro, quando o cordão umbilical é rompido, quando o ventre materno deixa de ser o lar, doce lar daquele ser que por aproximadamente nove meses foi a esperança e a expectativa de surgir uma família.
O nascimento de um pai sem dúvida nenhuma é marcado por um ser, um ente, uma criatura, um filho nos braços.
Por que repito essa afirmação? Criacionistas ou darwinistas, embora teóricos tão divergentes e dicotômicos, concordam que o big bang é uma realidade universal. Aliás, o que vem a ser o universo? Essa é questão para outro momento. Voltemos ao big bang.
No princípio… era nada. E o nada era tudo. Antes do princípio já havia. Havia o sempre, o eterno, o infinito. E a única forma de se manifestar esse tudo, isso eterno, foi por meio de uma explosão, um rompante, um êxtase de amor INFINITO. Quando Deus passou a se manifestar e a ser entendido como Pai, por concordância do Filho, por intermédio do Espírito Santo. Afinal, o que seria o nada se em si não houvesse o tudo?

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