‘Dá pra aliviar?’ Rogério 157 deu a entender que ofereceria suborno para não ser preso

O traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, deu a entender que iria oferecer suborno aos agentes ao ser preso, nesta quarta-feira, na Favela do Arará, durante operação das Forças de Segurança. Segundo policiais, ele disse que em 20 minutos poderia resolver tudo. Ao perceber a tentativa de corrupção, um policial chamou imediatamente o delegado Gabriel Ferrando, titular da 12ª DP (Copacabana), que coordenava a ação. (Foto: Momento da prisão)

Ainda de acordo com policiais civis, ao perceber a chegada da polícia, o traficante deixou a casa onde estava escondido e pulou um muro invadindo a residência ao lado, onde estava uma dona casa estava sozinha. Ele estava escondido debaixo em uma cama debaixo de um cobertor.

Ao se identificar como Marcelo de Souza Silva e dizer que era primo da dona da casa, Rogério 157 foi sabatinado. Como não apresentou documentos, os policiais começaram a fazer perguntas como: “qual o nome do pai da moradora”. Como não soube responder iniciou a tentativa de suborno que foi frustrada. A casa onde ele estava fica a cerca de 300 metros do presídio de Benfica, onde está detido o ex-governador Sérgio Cabral.

Segundo os policiais, o traficante usava um relógio da marca Rolex, tinha as unhas pintadas, o cabelo bem aparado e estava vestido com uma camiseta preta com a frase ‘wild spirit”, espírito selvagem. Não houve um tiro sequer na ação que culminou com a prisão de Rogério 157 por parte dos agentes das 12ª e 13ª DPs (Copacabana), na Zona Sul.

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