Carrefour ainda não demitiu funcionário que matou cachorro a pauladas

O pavoroso caso do cachorro que foi envenenado e morto a pauladas pelos seguranças do Carrefour em Osasco, São Paulo, não teve um desfecho.


LINK PATROCINADO | CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


O Carrefour até agora limitou-se a dizer que não concorda com maus tratos e suspendeu a equipe de seguranças terceirizados.

Se essa empresa, de bandeiras Francesa e Americana, fosse uma empresa séria, já teria demitido os responsáveis diretos e teria sumariamente rompido o contrato com a empresa terceirizada. E para concluir, teria identificado os agressores e entregue o vídeo da segurança à polícia.

De acordo com os ativistas, o cachorro havia sido abandonado no estacionamento do Carrefour Osasco cerca de uma semana antes de ser morto. Alguns funcionários da rede e de lojas que ficam no centro de compras vinham alimentando o animal. Até que um segurança da rede o agrediu até que as patas quebrassem, na última quarta-feira (28).

Com o cão sangrando, rastejando e bastante fragilizado, a Zoonoses de Osasco foi chamada. Representantes da loja teriam dito que o animal havia sido atropelado ali próximo, na avenida dos Autonomistas, versão contestada por testemunhas. O cachorro foi socorrido pela zoonoses, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.


LINK PATROCINADO | CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


O delegado Bruno Lima, atuante na causa animal, esteve no local para acompanhar o caso, ao lado do vereador Ralfi Silva (Podemos). Um inquérito vai apurar se o cachorro também foi envenenado e se o segurança que o matou cumpria ordens da chefia, como acusam ativistas, ou agiu por conta própria.

“Estaremos acompanhando de perto até que esse crime seja solucionado. Temos algumas testemunhas que confirmam o ato cruel e que identificaram o autor do crime. Infelizmente a dor que o animal sofreu não temos como apagar e também a sua vida trazer de volta, mas seremos sua voz e lutaremos em seu nome”, declarou Bruno Lima.

NOTA DA REDAÇÃO: Recebemos as fotos originais e o vídeo da agressão e agonia do animal, porém, por considerarmos as fotos e vídeos excessivamente fortes e violentas, decidimos não publicar.

Laura Vilhena | Jornalista


LINK PATROCINADO | CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também