A beleza de reconstruir uma história

Reconstruir histórias perdidas no tempo, é mais prazeroso do que viver novas histórias. Pois o exercício de reconstrução significa que você sabe o terreno que esta pisando, você não está navegando pelo desconhecido, e sabe o que fazer e o que não fazer para reconstruir um passado.
Reconstruir o passado não é reviver o passado, é refazer uma nova história criando novos caminhos, que se perderam no tempo e na vida, motivados por inúmeros fatores e motivos. Um deles é a imaturidade.
Acusações e birras são atitudes de gente que não cresceu, que não aprendeu nada com a vida, que não evoluiu. Por isso discordo do Ira que cantou ‘vivendo e não aprendendo, eis o homem, esse sou eu’. Pelo contrário, cresci, amadureci e aprendi a refazer e reconstruir o presente e o passado, aprendi a crescer e reconhecer os meus erros: aprendi a pedir perdão.
A beleza da reconstrução é prazerosa.
É bom sentir um ‘xeraum’ que exala da leveza de um espírito que continua sendo jovial, harmonioso e brilhoso.
Uma vez uma poetisa me disse: ‘os jardins se renovam a cada manhã, com novas rosas, que exalam novos aromas’.
É verdade.
O tempo pode passar, pois ele é implacável, mas jamais a essencia de uma verdadeita amizade vai se perder ou deteriorar com a distância e com o tempo…
Só é feliz, quem reconhece os seus erros e os conserta.
O homem que sabe rever seus erros é um homem que aprendeu a vida.
Nunca despreze os ensinamentos da vida.
Independente da sua história, recomece sempre que houver necessidade.
Amar a vida, é saber perdoar e aceitar o perdão.

 

Léo Vilhena
Editor da REDE GNI

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